Pesquisa: Babalorixá Sérgio de Ajunsun
Exu
Èsù é um Orixá africano, também conhecido como: Exu, Esu, Eshu, Bara, Ibarabo,
Veja que, aqui no Brasil, Ibarabo aparece muitas vezes como uma qualidade de Exu, porém as pesquisas mostram que é apenas uma forma de se chamar a divindade Exu assim como Exu, Esu, Eshu e Bara.
Algumas Qualidades de Exu:
- Legbá, Elegbara, Eleggua, Akésan, Igèlù, Yangí, Ònan, Lállú, Tiriri, Ijèlú etc.
Mais tarde vou tentar trazer cada qualidade separadamente.
Algumas cidades onde se cultua o Exu são:
Ondo, Ilesa, Ijebu, Abeokuta, Ekiti e Lagos.
É muito importante que aqui deixemos a separação o que são cidades e o que é qualidade, pois tenho visto muitos fazerem a confusão, quando tomam o nome de uma cidade e pensam que é uma qualidade de Exu.
Exu é o orixá da comunicação e ele também tem o poder de estar em todos os lugares ao mesmo tempo, Exu possui um instrumento chamado OGO, o que lhe dá esse poder. É o guardião das aldeias, cidades, casas e do axé, das coisas que são feitas e do comportamento humano. A palavra Èsù em yorubá significa “esfera” e, na verdade, Exu é o orixá do movimento, esse nome também uma espécie de abelha africana.
Ele é quem deve receber as oferendas em primeiro lugar a fim de assegurar que tudo corra bem e de garantir que sua função de mensageiro entre o Orun e o Aiye, mundo material e espiritual, seja plenamente realizada.
Eu gostaria de acrescentar nesse último parágrafo que, não seria somente um Exu e sim um conjunto deles que teria a função de levar o aviso, a oferenda ou o ebó a Orun, dentre esses exus eu, Sérgio de Ajunsun, destaco alguns nomes:
1 - Exú Elebo = senhor-das-oferendas
2 - Exú Ojìse-ebo = encarregado-e-transportador de oferendas
3 - Exú Elérú = senhor do erú (carrego) 4 - Exú Olòbe = proprietário e senhor da faca (aqui é importante frisar que ele agiria junto a Elebo que é o senhor das oferendas e a faca serviria para os cortes de animais e ainda que agisse junto com Ojise-Elebo, encarregado de levar, energeticamente essas oferendas.
5 - Exú Enú-gbárijo = explicitador de mensagens Exú Bara = o rei do corpo (obá + ara) (princípio de vida individual). Aqui destaquei Exu Enú- gbárijo porque ele é o responsável de levar a vontade do Bara ( Rei do corpo), ou seja, levar os pedidos de uma forma fraca ou intensa .
Na África na época das colonizações, o Exu foi sincretizado erroneamente com o diabo cristão pelos colonizadores, devido ao seu estilo irreverente, brincalhão e a forma como é representado no culto africano, um falo humano ereto, simbolizando a fertilidade.
Por ser provocador, indecente, astucioso e sensual é comumente confundido com a figura de Satanás, o que é um absurdo dentro da construção teológica yorubá, posto que não esteja em oposição a Deus, muito menos é considerada uma personificação do Mal. Mesmo porque nesta religião não existem diabos ou mesmo entidades encarregadas única e exclusivamente por coisas ruins como fazem as religiões cristãs, estas pregam que tudo o que acontece de errado é culpa de um único ser que foi expulso, pelo contrário na mitologia yoruba, bem como no candomblé cada uma das entidades (Orixás) tem sua porção positiva e negativa assim como nós mesmos.
De caráter irascível, ele se satisfaz em provocar disputas e calamidades àquelas pessoas que estão em falta com ele. No entanto, como tudo no universo , possui de um modo geral dois lados, ou seja: positivo e negativo . Exu também funciona de forma positiva quando é bem tratado. Daí ser Exu considerado o mais humano dos orixás , pois o seu caráter lembra o do ser humano que é de um modo geral muito mutante em suas ações e atitudes.
Conta-se na Nigéria que Exu teria sido um dos companheiros de Oduduà quando da sua chegada a Ifé e chamava-se Èsù Obasin. Mais tarde, tornou-se um dos assistentes de Orunmilá e ainda Rei de Ketu , sob o nome de Èsù Alákétú.
A palavra elegbara significa “aquele que é possuidor do poder (agbará)” e está ligado à figura de Exu.
Um dos cargos de Exu na Nigéria , mais precisamente em Oyó , é o cargo denominado de Èsù Àkeró ou Àkesán, que significa "chefe de uma missão", pois este cargo tem como objetivo supervisionar as atividades do mercado do rei.
Exu praticamente não possui ewós ou quizilas. Aceita quase tudo que lhe oferecem.
Os yorubás cultuam Exu em um pedaço de pedra porosa chamada Yangi , ou fazem um montículo grotescamente modelado na forma humana com olhos, nariz e boca feita de búzios. Ou ainda representam Exu em uma estatueta enfeitada com fileiras de búzios tendo em suas mãos pequeninas cabaças onde ele, Exu, carrega diversos pós de elementais da terra utilizados de forma bem precisa, em seus trabalhos.
Exu tem a capacidade de ser o mais sutil e astuto de todos os orixás. E quando as pessoas estão em falta com ele, simplesmente provoca mal entendidos e discussões entre elas e prepara-lhes inúmeras armadilhas. Diz um orìkì que: “Exu é capaz de carregar o óleo que comprou no mercado numa simples peneira sem que este óleo se derrame”. E assim é Exu, o orixá que faz: O erro virar acerto e o acerto virar erro.
Èsù Alákétú possui essa denominação quando Exu, através de uma artimanha, conseguiu ser o Rei da região, tornando-se um dos Reis de Ketu . Sendo que as comunidades dessa nação no Brasil, o reverenciam também com este nome.
Todos os assentamentos de Exu possuem elementos ligados às suas atividades. Atividades múltiplas que o fazem estar em todos os lugares: a terra, pó, a poeira vinda dos lugares onde ele atuará. Ali estão depositados como elemento de força diante dos pedidos.
1-Exú Elegbára = senhor do poder
2 - Exú Yangy = pedra vermelha de laterita, primeira protoforma existente - água + terra -
3 - Exú Àgbá = pai-ancestre (representação coletiva de todos os exús individuais)
4 - Exú Obá - rei-de-todos 5 - Exú Alakétu = título dado a exú pelos kétu da Bahia - rei do povo Kétu -
6 - Exú Elebo = senhor-das-oferendas
7 - Exú Ojìse-ebo = encarregado-e-transportador de oferendas
8 - Exú Elérú = senhor do erú (carrego)
9 - Exú Olòbe = proprietário e senhor da faca
10 - Exú Enú-gbárijo = explicitador de mensagens
11 - Exú Bara = o rei do corpo (obá + ara) (princípio de vida individual)
12 - Exú Odara = aquele que guia (mostra o caminho, vai na frente)
Exú é o 1º nascido da existência e, como tal, o símbolo do elemento procriado. Mensageiro dos orixás , elemento de ligação entre as divindades e os homens, a um tempo mais próximo do mundo terreno e mais perto do elevadíssimo espaço celeste por onde transita Òrúnmìlà, é um orixá, é sempre a primeira divindade a receber as oferendas, justamente para que atue como um aliado e não como um rival que perturbe os procedimentos místicos desenvolvidos durante os rituais. Coerente com seu lugar mítico privilegiado, é ele que abre esse "corpus mitopoético" .
Princípio dinâmico e princípio da existência individualizada, Exú não pode ser isolado ou classificado em nenhuma das categorias. Ele é como o axé (que ele representa e transporta), participa forçosamente de tudo.
Segundo Ifá cada um tem seu próprio exú e seu próprio Olorún em seu corpo.
O nome de exú é conhecido, invocado e cultuado junto ao orixá. E é Ifá quem revela e permite-nos sabê-lo.
O Òkòtó representa o crescimento
Agbárá - poder que permite a cada um se mobilizar e desenvolver suas funções e seus destinos. Por isso recebe o título de Elegbára (senhor do poder).
Quem delegou esse poder à exú foi Olorún ao entregar-lhe o àdó-iràn , a cabaça que contém a força que se propaga. Esta cabaça está presente em seus "assentos", é uma cabaça de pescoço grande, e basta exú apontá-la a algo para transmitir seu axé.
Exú Elegbára é o companheiro de Ogun.
Exú Yangi, pedra vermelha de laterita, pedaços de laterita cravados na terra, indicam o lugar de culto à Exú. Yangi é a representação mais importante de Exú e, é assim
invocado:
EXÚ YANGI OBÁ BABÁ EXÚ ( trad. EXÚ YANGI rei, pai de todos os Exú)
Exú Yangi é o Exú ancestre, o Exú Agbá, veja que daqui a pouco eu vou falar de Exu Agba e quero deixar claro que essa não é uma qualidades e sim uma designação de todos exus mais velhos.
Oxé-tuwá, representante direto de exú, simboliza um de seus aspectos mais importantes, o de ser encarregado e transportador das oferendas, Òjise-ebo.
Exú por ser resultado da interação de um par, é o portador mítico do sêmen e do útero ancestral e como princípio de vida individualizada ele sintetiza os dois, É por isso que frequentemente, e, é representado pela forma de um par, uma figura masculina e uma feminina, unidos por fileiras de búzios.
Exú está profundamente ligado à atividade sexual. Representados por um falo (pênis), ou suas representações simbólicas como: os penteados de forma fálica, sua arma, o ogó - bastão em forma de pênis -, sua lança; já as cabacinhas representam seus testículos.
Exú também está representado com objetos à sua boca; dedo, cachimbo e principalmente flauta, que vem representar a atividade sexual, como absorção e expulsão, ingestão e restituição, com a flauta Exú chama seus descendentes. Portanto símbolo por excelência da fecundidade.
Exú jamais toma a forma de procriador.
Exú é cultuado tanto como lésè-égún, como lésè-orixá, e apenas por seu intermédio é possível cultuar os orixás e as Iyá-mi (mãe ancestre).
Não é apenas Òjisé-ebo, mas principalmente Òjisé, o mensageiro, fazendo a comunicação entre tudo que é oposto.
Com efeito a relação entre Exú e Ifá, é indiscutível, e Exú está representado em um dos principais emblemas característicos do culto à Ifá , o òpón, onde Exú tem sua representação em forma de rosto, de triângulos e losangos.
É no seu papel de princípio dinâmico, de princípio de vida individual e de Òjise ou elemento de comunicação, que Exú Bará está indissoluvelmente ligado à evolução e ao destino de cada indivíduo. Como tal ele também é senhor dos caminhos Exú Olònà, e ele pode abri-los ou fechá-los.
Exú fica à esquerda dos caminhos. O elemento procriado, é a prova do poder das Iyá-mi, é o pássaro, o Elèye.
Exú foi o primeiro a usar ekódide (pena de uma espécie de papagaio) na cabeça, e foi isto que o tornou decano de todos os orixás. Alguém que coloca ekódide na cabeça sem necessidade, provoca a cólera de Exú.
Enganosamente ou mal intencionados, os primeiros missionários que chegaram à África, compararam-no ao diabo, por algumas de suas formas, artimanhas e poderes atribuídos. Ele tem as qualidades dos seus defeitos, pois é dinâmico e jovial, havendo mesmo pessoas na África que usam orgulhosamente nomes como Èxúbíyìí (concebido por exú), ou Èxùtósìn (Exú merece ser adorado).
Como personagem histórica, Exú teria sido um dos companheiros de Odùduà, quando da sua chegada à Ifé, e chamava-se Exú Obasin. Tornou-se mais tarde, um dos assistentes de Orúnmilá, que preside a adivinhação pelo sistema de Ifá. Segundo Epega, Exú tornou-se rei de Kêto sob o nome de Exú Alákétu.
É Exú que supervisiona as atividades do rei em cada cidade: o de Oyó é chamado Exú Akesan.
Como orixá, diz-se que veio ao mundo com um porrete, chamado, ogó, que teria a propriedade de transportá-lo, a centenas de quilômetros e de atrair, por um poder magnético, objetos situados a distâncias igualmente grandes.
Elegbara:
"Esù Elegbara dos Yorubas, Legba dos fon, encerra aspectos múltiplos e contraditórios que dificultam uma apresentação e uma definição coerentes. Vamos enumerar rapidamente suas principais características:
- Esù é o mensageiro dos outros Òrìsà e nada se pode fazer sem ele.
- É o guardião dos templos, das casas e das cidades.
- É a cólera dos Òrìsà e das pessoas.
- Tem um caráter suscetível, violento, irascível, astucioso, grosseiro, vaidoso, indecente.
Os primeiros missionários, espantados com tal conjunto, assimilaram-no ao diabo e fizeram dele o símbolo de tudo que é maldade, perversidade, abjeção e ódio, em oposição a bondade, pureza, elevação e amor a Deus. Mas Esù de provocar acidentes e calamidades públicas e privadas, desencadear brigas, dissensões e mal-entendidos, se ele é o companheiro oculto das pessoas e as leva a fazer coisas insensatas, se excita e atiça os maus instintos, tem igualmente seu lado bom e, nisso, Esù revela-se e, talvez, o mais humano dos Òrìsà, nem completamente bom, nem completamente mal. Trabalha tanto para o bem como para o mal, é o fiel mensageiro daqueles que o enviam e que lhe fazem oferendas. Esù tem as qualidades de seus defeitos, é dinâmico e jovial. Foi ele também quem revelou a arte da adivinhação aos humanos. Seu lugar de origem é impreciso.
É a Esù que devem ser feitas as primeiras louvações e oferendas. A isso se chama, no Brasil, "despachar" Esù, com um duplo objetivo, o de despachá-lo como mensageiro para chamar e convidar os Òrìsà para a cerimônia e também de despachá-lo, enviá-lo para longe, afim de que ele não venha a perturbar a boa ordem da festa por meio de gracejos de mal gosto. Os fios de conta das pessoas protegidas por ele são vermelhos e pretos e a segunda-feira é o dia que lhe é consagrado. Dizem na Bahia que existem vinte e um Esù; outros falam de sete, ou de vinte e uma vez vinte e um, mas ele é ao mesmo tempo múltiplo e uno. Eis os nomes de Esù, segundo um informante:
Elegbara, Alaketu, Lalu, Jelu, Run Danto."
Pierre Verger ( Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns )
Exú por ser resultado da interação de um par, é o portador mítico do sêmen e do útero ancestral e como princípio de vida individualizada ele sintetiza os dois, É por isso que frequentemente, e, é representado pela forma de um par, uma figura masculina e uma feminina, unidos por fileiras de búzios. Exú está profundamente ligado à atividade sexual. Representados por um falo (pênis), ou suas representações simbólicas como: os penteados de forma fálica, sua arma, o ogó - bastão em forma de pênis -, sua lança; já as cabacinhas representam seus testículos.
Exú também está representado com objetos à sua boca; dedo, cachimbo e principalmente flauta, que vem representar a atividade sexual, como absorção e expulsão, ingestão e restituição, com a flauta Exú chama seus descendentes. Portanto símbolo por excelência da fecundidade. Exú jamais toma a forma de procriador.
Exú é cultuado tanto como lésè-égún, como lésè-orixá, e apenas por seu intermédio é possível cultuar os orixás e as Iyá-mi (mãe ancestre). Não é apenas Òjisé-ebo, mas principalmente Òjisé, o mensageiro, fazendo a comunicação entre tudo que é oposto.
Com efeito, a relação entre Exú e Ifá, é indiscutível, e Exú está representado em um dos principais emblemas característicos do culto à Ifá, o òpón, onde Exú tem sua representação em forma de rosto, de triângulos e losangos.
É no seu papel de princípio dinâmico, de princípio de vida individual e de Òjise ou elemento de comunicação, que Exú Bará está indissoluvelmente ligado à evolução e ao destino de cada indivíduo. Como tal ele também é senhor dos caminhos Exú Olònà, e ele pode abri-los ou fechá-los. Exú fica à esquerda dos caminhos. O elemento procriado, é a prova do poder das Iyá-mi, é o pássaro, o Elèye.
Exú foi o primeiro a usar ekódide (pena de uma espécie de papagaio) na cabeça, e foi isto que o tornou decano de todos os orixás. Alguém que coloca ekódide na cabeça sem necessidade, provoca a cólera de Exú.
Enganosamente ou mal intencionados, os primeiros missionários que chegaram à África, compararam-no ao diabo, por algumas de suas formas, artimanhas e poderes atribuídos. Ele tem as qualidades dos seus defeitos, pois é dinâmico e jovial, havendo mesmo pessoas na África que usam orgulhosamente nomes como Èxúbíyìí (concebido por exú), ou Èxùtósìn (Exú merece ser adorado).
Como personagem histórica, Exú teria sido um dos companheiros de Odùduà, quando da sua chegada à Ifé, e chamava-se Exú Obasin. Tornou-se mais tarde, um dos assistentes de Orúnmilá, que preside a adivinhação pelo sistema de Ifá. Segundo Epega, Exú tornou-se rei de Kêto sob o nome de Exú Alákétu.
É Exú que supervisiona as atividades do rei em cada cidade: o de Oyó é chamado Exú Akesan.
Como orixá, diz-se que veio ao mundo com um porrete, chamado, ogó, que teria a propriedade de transportá-lo, a centenas de quilômetros e de atrair, por um poder magnético, objetos situados a distâncias igualmente grandes.
Exu agba:
Como foi dito no link de Exu Agba, é apenas uma forma representativa de se falar de todos aqueles primeiros exus que foram criados, portanto não existiria um Exu Agba.
Exú por ser resultado da interação de um par, é o portador mítico do sêmen e do útero ancestral e como princípio de vida individualizada ele sintetiza os dois, É por isso que freqüentemente e é representado pela forma de um par, uma figura masculina e uma feminina, unidos por fileiras de búzios. Exú está profundamente ligado à atividade sexual. Representados por um falo (pênis), ou suas representações simbólicas como: os penteados de forma fálica, sua arma, o ogó - bastão em forma de pênis -, sua lança; já as cabacinhas representam seus testículos.
Exu Elebo:
Ele é o responsável para ir ao orun e comunicar todas as oferendas que estão sendo entregues aos orixás
Exu Ojise-Elebo:
Então até aqui podemos deduzir que, para as oferendas e ebós não teríamos só um exu, como já vimos Elebo como responsável para as oferendas agora vamos falar de um conjunto de exus endereçados a ebós:
Sérgio de Ajunsun
Então, deduzindo
Exu Bara é aquele que nasce morre contigo, é o exu que mora dentro do nosso corpo, pode ser chamada também de parte má, ou mesmo de combativa de cada ser humano. Então Exu Enú-Gàrijo seria a divindade, o orixá que vai levar ao orun a vontade de exu Bara, uma vez que esse permanece preso ao nosso corpo.
Sérgio de Ajunsun
Exú Odara = aquele que guia (mostra o caminho, vai à frente)
COMIDA PARA EXU Material Necessário: Farinha Azeite-de-Dendê Mel de Abelha Milho Branco Figado, Coração e Bofe de Boi Cebola Camarão Seco Socado Um Oberó
Maneira de Preparar:
Mi-Ami-Mi : É a farofa amarela ( farinha misturada com Azeite-de-Dendê ).
Padê Branco : É a farofa de Mel ( farinha de mandioca misturada com mel de Abelha ).
Acaçá Branco : O acaçá feito de milho branco de canjica, moido e enrolado na folha da bananeira depois de cozido.
Eram : Figado, coração e bofe de boi, cortados em pedaços muídos, misturados com Azeite-de-Dendê, camarão seco socado e cebolas cortadas em rodelas, num oberó. Contatos com esse Babalorixá:
(021) 3755 5424 e 9177 3054
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