Qualidades dos Orixás

Como disse o grandíssimo T´ogun em seu livro não existe qualidade de orixá, pois qualidade, segundo ele, seria de sabão em pó, sabonete etc, porém na minha visão o que falaremos não teria outro termo a não o de se chamar apenas de qualidade.

O que vem a ser qualidade?

Na realidade se levarmos em conta o real significado da palavra “qualidade” não estaríamos usando o termo correto no sentido do dicionário, porém são varias as conotações e denotações na Língua Portuguesa.

Quando os negros aqui chegaram de várias cidades africanas diferentes, trouxeram várias formas de se assentar orixás. Temos como exemplo os que vieram da região do Daomé, Atual República do Benin, só faziam os orixás nana, omulu, e oxumare, os que vinham da de outras regiões, só faziam os orixás daquela região, como por exemplo Oyo fazia-se só vários xangôs, os de Ketu, só os odes e assim por diante. Ao chegar aqui no Brasil esses conhecimentos o que antes era de sabedoria de uma região, uma cidade ou uma tribo, passou a ser todo ele conhecido em uma só casa, sendo assim o Baba ou Iya que só sabia fazer xangô, por exemplo, começou a ter acesso aos fundamentos para ser feitos um Oxossi, uma Oxum, um Ogun etc. Se continuarmos a análise veremos que também um zelador de uma determinada Região que detinha o conhecimento para fazer um Oxossi também naquela mesma região diferia o modo de fazer e assentar de cidade para cidade, o que veio no Brasil se reconhecido com o que chamamos de QUALIDADE.

Nesta parte da minha página não terei a pretensão de discordar ou concordar ou de mesmo de passar orôs, ou mesmo discutir se o termo QUALIDADE estaria certo ou errado, porém se estiver errado o que tentarei passar são as várias formas de se conhecer como era visto os Orixás, como eram o cultuados em várias tribos, cidades e regiões diferentes.

 
Qualidades
Exú
Ogun
Odé
Xangô
Obaluaiê
Qualidades
Ossain
Ewá
Obá
Oxun
Yemonjá
Qualidades
Oxalá
Nanã
Oyá
Oxumarê
 
   
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